segunda-feira, 23 de outubro de 2017

REALIDADE BRASILEIRA


EPISTEMOLOGIA DE EÇA DE QUEIRÓS

FRASE COM 2054 ANOS

FILOSOFIA DE PLATÃO

THOMAS EDISON: FOR 100% RENEWABLE ENERGY, ESPECIALLY SOLAR


Edison was way ahead of his time, and was clearly a fan of the 100% renewable energy ida (a true possibility), and especially tapping into our insanely abundant supply of solar energy.
By Zachary Shahan
Source CleanTechnica

4 MANEIRAS DE GASTAR DINHEIRO

CORRENTE DE ORAÇÃO PELA PAZ MUNDIAL

PESSOAS VIOLENTAS

ENERGIA SOLAR - FONTE ENEGÉTICA ABUNDANTE


No decorrer da década de 70, o mundo adquiriu profunda consciência de uma escassez global de combustíveis fósseis e, com o inevitável declínio dessas fontes convencionais de energia à vista, os principais países industrializados empreenderam uma rigorosa campanha a favor da energia nuclear como fonte energética alternativa. O debate sobre como solucionar a crise energética concentra-se usualmente nos custos e riscos da energia nuclear, em comparação com a produção de energia proveniente do petróleo, do carvão e do óleo xistoso. Os argumentos usados por economistas do governo e das grandes companhias, bem como por outros representantes da indústria energética, são fortemente tendenciosos sob dois aspectos. A energia solar — a única fonte energética que é abundante, renovável, estável no preço e ambientalmente benigna — é considerada por eles "antieconômica" ou "ainda inviável", apesar de consideráveis provas em contrário; e a necessidade de mais energia é pressuposta de maneira indiscutível.
Qualquer exame realista da "crise energética" tem que partir de uma perspectiva muito mais ampla do que essa, uma perspectiva que leve em conta as raízes da atual escassez de energia e suas ligações com os outros problemas críticos com que hoje nos defrontamos. Tal perspectiva torna evidente algo que, à primeira vista, poderá parecer paradoxal: para superar a crise energética, não precisamos de mais energia, mas de menos. Nossas crescentes necessidades energéticas refletem a expansão geral dos nossos sistemas econômico e tecnológico; elas são causadas pelos padrões de crescimento não-diferenciado que exaurem nossos recursos naturais e contribuem, de modo significativo, para nossos múltiplos sintomas de doença individual e social. Portanto, a energia é um parâmetro significativo de equilíbrio social e ecológico. Em nosso estágio atual de grande desequilíbrio, contar com mais energia não resolveria os nossos problemas, mas só iria agravá-los. Não só aceleraria o esgotamento de nossos minerais e metais, florestas e peixes, mas significaria também mais poluição, mais envenenamento químico, mais injustiça social, câncer e crimes. Para fazer frente a essa crise multifacetada não necessitamos de mais energia, mas de uma profunda mudança de valores, atitudes e estilo de vida.
Uma vez percebidos esses fatos básicos, torna-se evidente que o uso de energia nuclear como fonte energética é absoluta loucura. Ultrapassa o impacto ecológico da produção de energia em grande escala a partir do carvão, impacto esse que já é devastador, em vários graus, e ameaça envenenar não apenas nosso meio ambiente natural por milhares de anos, mas até mesmo extinguir toda a espécie humana. A energia nuclear representa o caso mais extremo de uma tecnologia que tomou o freio nos dentes, impulsionada por uma obsessão pela auto-afirmação e pelo controle que já atingiu níveis patológicos.
Ao descrever a energia nuclear em tais termos, refiro-me a armas nucleares e a reatores nucleares. Esses dois fatores não podem ser considerados separadamente; esta é uma propriedade intrínseca da tecnologia nuclear. O próprio termo nuclear power tem dois significados vinculados. Power, além do significado técnico de "fonte de energia", possui também o sentido mais geral de "posse de controle ou influência sobre outros".
Assim, no caso do nuclear power (energia nuclear e poder nuclear), esses dois significados estão inseparavelmente ligados, e ambos representam hoje a maior ameaça à nossa sobrevivência e ao nosso bem-estar.
Por Fritjjof Capra 1982
Fonte O Ponto de Mutação

ASSISTÊNCIA HOLÍSTICA AO TRATAMENTO DO CÂNCER

O novo modo de tratamento do câncer é uma terapia de assistência holística à saúde por excelência

“O câncer é um fenômeno típico, uma doença característica de nosso tempo. O desequilíbrio e a fragmentação que impregnam nossa cultura desempenham um papel importante no desenvolvimento do câncer, impedindo ao mesmo tempo que os pesquisadores médicos e os clínicos compreendam a doença ou a tratem com êxito.
A imagem popular do câncer foi condicionada pela visão fragmentada do mundo em nossa cultura, pela abordagem reducionista da nossa ciência e pelo exercício da medicina orientado para o uso maciço de tecnologia. O câncer é visto como um forte e poderoso invasor que ataca o corpo a partir de fora. Parece não haver esperança de controlá-lo, e para a grande maioria das pessoas câncer é sinônimo de morte. O tratamento médico — radiação, quimioterapia, cirurgia ou uma combinação dessas técnicas — é drástico, negativo e danifica ainda mais o corpo. Os médicos estão cada vez mais propensos a ver o câncer como um distúrbio sistêmico, uma doença que, no início, é localizada, mas que tem a faculdade de se propagar e realmente envolve o corpo inteiro, e em que o tumor original é apenas a ponta do iceberg. Os pacientes, entretanto, insistem freqüentemente em considerar seu próprio câncer um problema localizado, especialmente durante sua fase inicial. Vêem o tumor como um objeto estranho e querem livrar-se dele o mais rapidamente possível e esquecer todo o episódio. A maioria dos pacientes está tão completamente condicionada em suas idéias, que se recusa a considerar o contexto mais amplo de sua enfermidade, sem perceber a interdependência de seus aspectos psicológicos e físicos. Para muitos pacientes cancerosos, seu corpo tornou-se um inimigo em quem não podem confiar e do qual se sentem inteiramente divorciados.
Um dos principais objetivos na abordagem Simonton é inverter a imagem popular do câncer, que não corresponde às conclusões da pesquisa atual. A moderna biologia celular mostrou que as células cancerosas não são fortes e potentes, mas, pelo contrário, fracas e confusas. Elas não invadem, atacam ou destroem, mas, simplesmente, se super-reproduzem. Um câncer principia com uma célula que contém informação genética incorreta, porque foi danificada por substâncias nocivas ou outras influências ambientais, ou simplesmente porque o organismo produziu ocasionalmente uma célula imperfeita. A informação defeituosa impede a célula de funcionar normalmente; e se essa célula reproduz outras com a mesma constituição genética incorreta, o resultado é um tumor composto de uma massa de células imperfeitas. As células normais se comunicam eficazmente com seu meio ambiente para determinar suas dimensões ótimas e sua taxa de reprodução, ao contrário do que acontece com a comunicação e a auto-organização das células malignas. Em conseqüência disso, crescem mais do que as células saudáveis e reproduzem-se a esmo. Além disso, a coesão normal entre as células pode se enfraquecer, e então as células malignas desprendem-se da massa original e viajam para outras partes do corpo, formando novos tumores — o que é conhecido como metástase.
Num organismo saudável, o sistema imunológico reconhece as células anormais e as destrói, ou, pelo menos, as mantém cercadas para que não possam propagar-se. Mas se, por alguma razão, o sistema imunológico não é suficientemente forte, a massa de células defeituosas continua a crescer. O câncer não é, portanto, um ataque vindo do exterior, mas um colapso interno.
Os mecanismos biológicos do crescimento canceroso deixam claro que a busca de suas causas tem que caminhar em duas direções. Por um lado, precisamos saber a causa da formação de células cancerosas; por outro, precisamos entender a causa do enfraquecimento do sistema imunológico do corpo.
Muitos pesquisadores chegaram à conclusão, ao longo dos anos, de que as respostas a ambas essas questões consistem numa complexa rede de fatores genéticos, bioquímicos, ambientais e psicológicos interdependentes. Com o câncer, mais do que com qualquer outra doença, a tradicional prática biomédica de associar urna doença física a uma causa física específica não é apropriada. Mas como a maioria dos pesquisadores ainda trabalha dentro da estrutura biomédica, eles acham o fenômeno do câncer extremamente desconcertante.
Simonton assinalou: "O tratamento do câncer encontra-se hoje num estado de total confusão. Quase se parece com a própria doença: fragmentado e confuso". E reconhece plenamente o papel das substâncias e influências ambientais cancerígenas na formação de células cancerosas e defendem vigorosamente a implementação de uma política social apropriada para eliminar esses riscos para a saúde. Entretanto, concluíram também que nem as substâncias cancerígenas, nem a radiação ou a predisposição genética fornecem, por si e em si mesmas, uma explicação adequada para a causa do câncer. Nenhuma explicação para o câncer será completa sem uma resposta para esta questão crucial: o que impede que o sistema imunológico de uma pessoa, num determinado momento, reconheça e destrua células anormais, permitindo, assim, que elas cresçam e se convertam num tumor que ameaça a vida? Esta foi a questão em que se concentraram, em suas pesquisas e na prática terapêutica; e concluí que ela só pode ser respondida desde que sejam considerados, cuidadosamente, os aspectos mentais e emocionais da saúde e da doença.
O quadro emergente do câncer é compatível com o modelo geral de doença sobre o qual estivemos discorrendo. Um estado de desequilíbrio é gerado pelo estresse prolongado, que é canalizado através de uma determinada configuração da personalidade, dando origem a distúrbios específicos. No caso do câncer, as tensões cruciais parecem ser aquelas que ameaçam algum papel ou alguma relação central da identidade da pessoa, ou as que criam uma situação para a qual, aparentemente, não há escapatória.
Numerosos estudos sugerem que essas tensões críticas ocorrem tipicamente de seis a dezoito meses antes do diagnóstico do câncer. Elas são passíveis de gerar sentimentos de desespero, impotência e desesperança. Em virtude desses sentimentos, uma doença grave e até a morte podem tornar-se consciente ou inconscientemente aceitáveis como solução potencial.
Simonton e outros pesquisadores desenvolveram um modelo psicossomático de câncer que mostra como os estados psicológicos e físicos colaboram na instalação da doença. Embora muitos detalhes desse processo ainda precisem ser esclarecidos, tornou-se evidente que o estresse emocional tem dois efeitos principais: inibe o sistema imunológico do corpo e, ao mesmo tempo, acarreta desequilíbrios hormonais que resultam num aumento de produção de células anormais. Assim, estão criadas as condições ótimas para o crescimento do câncer. A produção de células malignas é incentivada precisamente na época em que o corpo é menos capaz de destruí-las.
No que se refere à configuração da personalidade, os estados emocionais do indivíduo parecem ser o elemento crucial no desenvolvimento do câncer. A ligação entre câncer e emoções vem sendo observada há centenas de anos, existindo hoje provas substanciais do significado de estados emocionais específicos. Estes são o resultado de uma biografia particular que parece ser característica dos pacientes com câncer. Perfis psicológicos de tais pacientes foram estabelecidos por numerosos pesquisadores, alguns dos quais são até capazes de prever a incidência do câncer com notável precisão, com base nesses perfis.
Estudados mais de quinhentos pacientes com câncer e identificou os seguintes componentes significativos em suas biografias: sentimentos de isolamento, abandono e desespero durante a juventude, quando relações interpessoais intensas parecem ser difíceis ou perigosas; uma relação forte com uma pessoa ou grande satisfação com um papel no início da idade adulta, tornando-se o centro da vida do indivíduo; perda da relação ou do papel, resultando em desespero; interiorização do desespero, a ponto de os indivíduos serem incapazes de deixar outras pessoas saberem quando eles se sentem magoados, coléricos ou hostis. Esse padrão básico foi confirmado como típico de pacientes com câncer por numerosos pesquisadores.
A abordagem Simonton afirma que o desenvolvimento do câncer envolve um certo número de processos psicológicos e biológicos interdependentes, que esses processos podem ser reconhecidos e compreendidos, e que a seqüência de eventos que leva à doença pode ser invertida de modo a que o organismo se torne
saudável novamente. Tal como em qualquer terapia holística, o primeiro passo no sentido de se iniciar o ciclo de cura consiste em conscientizar os pacientes do contexto mais amplo de sua enfermidade. O estabelecimento do contexto do câncer começa por se solicitar aos pacientes que identifiquem as principais tensões que ocorreram em sua vida de seis a dezoito meses antes do diagnóstico. A lista dessas tensões é, então, usada como base para se analisar a participação dos pacientes no desencadeamento de sua enfermidade. O objetivo do conceito de participação do paciente não é suscitar um sentimento de culpa, mas criar a base para a inversão do ciclo de processos psicossomáticos que culminaram na doença.
Enquanto Simonton estabelece o contexto da enfermidade de um paciente, eles também fortalecem sua crença na eficácia do tratamento e na potência das defesas do corpo. O desenvolvimento dessa atitude positiva é crucial para todo o tratamento. Estudos realizados mostraram que a resposta do paciente ao tratamento depende mais de sua atitude do que da gravidade da doença. Uma vez gerados os sentimentos de esperança e expectativa, o organismo traduz esses sentimentos em processos biológicos, que começam a restaurar o equilíbrio e a revitalizar o sistema imunológico, utilizando os mesmos caminhos que foram usados no desenvolvimento da doença. A produção de células cancerosas decresce, enquanto o sistema imunológico se torna mais forte e mais eficiente para lidar com elas. Enquanto ocorre esse fortalecimento, a terapia física é usada em conjunto com a abordagem psicológica, a fim de ajudar o organismo a destruir as células malignas.
O Simonton vê o câncer não como um problema meramente físico, mas como um problema da pessoa como um todo. Assim, a terapia por eles adotada não se concentra exclusivamente na doença, mas ocupa-se do ser humano total. É uma abordagem multidimensional que envolve várias estratégias de tratamento planejadas para iniciar e dar apoio ao processo psicossomático de cura. No nível biológico, a finalidade é dupla: destruir as células cancerosas e revitalizar o sistema imunológico.
Além disso, usa-se o exercício físico regular para reduzir a tensão, aliviar a depressão e ajudar os pacientes a manter um contato mais estreito com seu próprio corpo. A experiência mostrou que os pacientes com câncer são capazes de uma atividade física muito maior do que a maioria das pessoas supõe.
A principal técnica de fortalecimento do sistema imunológico é um método de relaxamento e de formação de imagens mentais que os Simontons desenvolveram quando perceberam o importante papel das imagens visuais e da linguagem simbólica no biofeedback. A técnica de Simonton consiste na prática regular de relaxamento e visualização, durante a qual o câncer e a ação do sistema imunológico são descritos na própria linguagem simbólica do paciente. Comprovou-se que essa técnica é um instrumento extremamente eficiente para fortalecer o sistema imunológico, freqüentemente resultando em reduções espetaculares ou na eliminação de tumores malignos. Além disso, o método de visualização é também uma excelente maneira de os pacientes se comunicarem com seu inconsciente. Simonton vem trabalhando estreitamente com as imagens mentais de seus pacientes e aprenderam que elas dizem muito mais acerca dos sentimentos dos pacientes do que quaisquer explicações racionais.
Embora a técnica de visualização desempenhe um papel central na terapia Simonton, é importante enfatizar que a visualização e a terapia física não são suficientes, por si sós, para curar pacientes com câncer. Segundo Simonton, a doença física é uma manifestação dos processos psicossomáticos subjacentes, que podem ser gerados por vários problemas psicológicos e sociais. Enquanto esses problemas não forem resolvidos o paciente não ficará bom, ainda que o câncer possa temporariamente desaparecer. A fim de ajudarem os pacientes a resolver os problemas que estão na raiz de sua enfermidade, Simonton faz do aconselhamento psicológico e da psicoterapia elementos essenciais de sua abordagem. A terapia tem usualmente lugar em sessões de grupo, nas quais os pacientes encontram apoio e encorajamento mútuos.
Concentra-se nos problemas emocionais, mas não os separa dos padrões mais amplos da vida dos pacientes; assim, inclui geralmente aspectos sociais, culturais, filosóficos e espirituais.
Para a maioria dos pacientes com câncer, o impasse criado pela acumulação de eventos estressantes só pode ser superado se eles mudarem parte de seu sistema de crenças. A terapia de Simonton mostra-lhes que sua situação parece irremediável apenas porque eles a interpretam de uma forma que limita suas respostas. Os pacientes são encorajados a explorar interpretações e respostas alternativas a fim de encontrarem um modo saudável de resolver a situação estressante. Assim, a terapia envolve um exame contínuo do sistema de crenças e da visão de mundo dos pacientes.”

Fonte O Ponto de Mutação – Fritjof Capra

MÉDICOS, ASSISTÊNCIA À SAÚDE E PACIENTE


De acordo com o modelo biomédico, somente o médico sabe o que é importante para a saúde do indivíduo, e só ele pode fazer qualquer coisa a respeito disso, porque todo o conhecimento acerca da saúde é racional, científico, baseado na observação objetiva de dados clínicos. Assim, os testes de laboratório e a medição de parâmetros físicos na sala de exames são geralmente considerados mais importantes para o diagnóstico do que a avaliação do estado emocional, da história familiar ou da situação social do paciente.
A autoridade do médico e sua responsabilidade pela saúde do paciente fazem-no assumir um papel paternal. Ele pode ser um pai benévolo ou um pai ditatorial, mas sua posição é claramente superior à do paciente. (...)
No sistema atual de assistência à saúde, os médicos desempenham um papel ímpar e decisivo nas equipes que se encarregam das tarefas de assistência aos pacientes. É o médico quem encaminha os pacientes para o hospital e os manda de volta para casa, é ele quem solicita as análises e radiografias, quem recomenda uma cirurgia e receita medicamentos. O pessoal de enfermagem, embora seja com freqüência altamente qualificado, como os terapeutas e os sanitaristas, é considerado mero auxiliar dos médicos e raramente pode usar todo o seu potencial. Em virtude da estreita concepção biomédica de doença e dos padrões patriarcais de poder no sistema de assistência à saúde, o importante papel que as enfermeiras desempenham no processo de cura, através do contato com os pacientes, não é plenamente reconhecido. Graças a esse contato, as enfermeiras adquirem freqüentemente um conhecimento muito mais amplo do estado físico e psicológico dos pacientes do que os médicos, mas esse conhecimento é considerado menos importante do que a avaliação, "científica" do médico, baseada em testes de laboratório. Fascinada pela mística que cerca a profissão médica, nossa sociedade conferiu aos médicos o direito exclusivo de determinarem o que constitui a doença, quem está doente e quem não está, e os procedimentos com relação ao indivíduo enfermo. Muitos outros profissionais, como os homeopatas, os quiropráticos e os herbanários, cujas técnicas terapêuticas são baseadas em modelos conceituais diferentes, mas igualmente coerentes, foram legalmente excluídos do ramo principal da assistência à saúde.
Embora os médicos disponham de considerável poder para influenciar o sistema de assistência à saúde, eles também estão muito condicionados por esse sistema. Como seu treinamento é substancialmente orientado para a assistência hospitalar, eles se sentem mais à vontade, em casos duvidosos, quando seus pacientes estão no hospital, e, como recebem muito pouca informação idônea acerca de medicamentos de fontes não-comerciais, tendem a ser excessivamente influenciados pela indústria farmacêutica.
Entretanto, os aspectos essenciais da assistência contemporânea à saúde são determinados pela natureza da educação médica. Tanto a ênfase na tecnologia de equipamentos como o uso excessivo de medicamentos e a prática da assistência médica centralizada e altamente especializada têm sua origem nas escolas de medicina e nos centros médicos acadêmicos. Qualquer tentativa de mudar o sistema atual de assistência à saúde terá de começar, portanto, pela mudança no ensino da medicina.
(...)
Sob o impacto do Relatório Flexner, a medicina científica voltou-se cada vez mais para a biologia, tornando-se mais especializada e concentrada nos hospitais. Os especialistas passaram a substituir os clínicos-gerais, como professores, tornando-se os modelos para os aspirantes a médicos. Em fins da década de 40, os estudantes de medicina dos centros médicos universitários não tinham quase nenhum contato com médicos que exerciam a clínica geral; e, como seu treinamento tinha lugar, cada vez mais, dentro de hospitais, eles estavam efetivamente afastados do contato com a maioria das enfermidades com que as pessoas se defrontam em sua vida cotidiana. Tal situação persiste até hoje. Enquanto dois terços das queixas registradas na prática médica cotidiana envolvem enfermidades menos importantes e de breve duração, que usualmente têm cura, e menos de 5 por cento das doenças graves envolvem uma ameaça à vida, essa proporção é invertida nos hospitais universitários. Assim, os estudantes de medicina têm uma visão distorcida da enfermidade. Sua principal experiência envolve apenas uma porção minúscula dos problemas comuns de saúde, e esses problemas não são estudados no seio da comunidade, onde seu contexto mais amplo poderia ser avaliado, mas nos hospitais, onde os estudantes se concentram exclusivamente nos aspectos biológicos das doenças. Por conseguinte, internos e residentes adquirem um notório desdém pelo paciente ambulatorial — a pessoa que os procura andando com suas próprias pernas e lhes apresenta queixas que usualmente envolvem problemas tanto emocionais quanto físicos —, e eles acabam por considerar o hospital um lugar ideal para a prática da medicina especializada e tecnologicamente orientada.
Uma geração atrás, mais de metade de todos os médicos eram clínicos-gerais; agora, mais de 15 por cento são especialistas, limitando sua atenção a um grupo etário, doença ou parte do corpo bem determinados. (...)
Quanto à assistência primária, o problema não é só o reduzido número de clínicos-gerais, mas também a abordagem da assistência ao paciente, freqüentemente restringida pelo treinamento fortemente tendencioso nas escolas de medicina. A tarefa do clínico-geral requer, além do conhecimento científico e da habilidade técnica, bom senso, compaixão e paciência, o dom de dispensar conforto humano e devolver a confiança e a tranqüilidade ao paciente, sensibilidade no trato dos problemas emocionais do paciente e habilidades terapêuticas na condução dos aspectos psicológicos da enfermidade. Essas atitudes e habilidades não são geralmente enfatizadas nos atuais programas de treinamento médico, nos quais a identificação e o tratamento de uma doença específica se apresentam como a essência da assistência médica. Além disso, as escolas de medicina promovem vigorosamente um sistema de valores "machista", desequilibrado, desprezando qualidades como a intuição, a sensibilidade e a solicitude, em favor de uma abordagem racional, agressiva e competitiva. (...) Por causa desse desequilíbrio, os médicos consideram amiúde uma discussão empática de questões pessoais inteiramente desnecessária; os pacientes, por sua vez, tendem a vê-los como indivíduos frios e hostis, queixando-se de que o médico não entende as preocupações que os afligem.
Nossos centros médicos universitários têm como finalidade não só o treinamento, mas a pesquisa. Tal como no caso do ensino da medicina, a orientação biológica também é substancialmente favorecida no patrocínio e na concessão de verbas para projetos de pesquisa. Embora as pesquisas epidemiológicas, sociais e ambientais sejam, freqüentemente, muito mais úteis e eficientes na melhoria da saúde humana do que a estrita abordagem biomédica, projetos dessa espécie são pouco incentivados e sofrivelmente financiados. A razão dessa resistência não é meramente o forte atrativo conceituai do modelo biomédico para a maioria dos pesquisadores, mas também sua vigorosa promoção pelos vários grupos de interesses na indústria da saúde.
Embora exista um descontentamento generalizado em relação à medicina e aos médicos, a maioria das pessoas não se apercebe de que uma das principais razões do atual estado de coisas é a exígua base conceituai da medicina. Pelo contrário, o modelo biomédico é geralmente aceito, estando seus princípios básicos tão enraizados em nossa cultura que ele se tornou até o modelo popular dominante de doença. A maioria dos pacientes não entende muito bem a complexidade de seu organismo, pois foram condicionados a acreditar que só o médico sabe o que os deixou doentes e que a intervenção tecnológica é a única coisa que os deixará bons de novo. Essa atitude pública torna muito difícil para os médicos progressistas mudarem os modelos atuais de assistência à saúde. Vários que tentam explicar aos pacientes seus sintomas, relacionando a enfermidade com seus hábitos de vida, mas que acabam por perceber que tal abordagem não satisfaz a nenhum dos seus pacientes. Eles querem alguma outra coisa, e, com freqüência, não se contentam enquanto não saem do consultório médico com uma receita na mão. Muitos médicos fazem grandes esforços para mudar a atitude das pessoas a respeito da saúde, para que elas não insistam em que lhes seja receitado um antibiótico quando estão com um resfriado, mas o poder do sistema de crenças dos pacientes faz com que esses esforços sejam freqüentemente baldados. Contou-me um clínico-geral: "Apresentou-se a mim uma mãe trazendo uma criança com febre e disse: 'Doutor, dê-lhe uma injeção de penicilina'. Então eu lhe disse: 'A senhora não entende que a penicilina não pode ajudar nesse caso?' E ela respondeu: 'Que espécie de médico é o senhor? Se não quiser dar a injeção, procuro outro médico'".
Hoje em dia, o modelo biomédico é muito mais do que um modelo. Na profissão médica, adquiriu o status de um dogma, e para o grande público está inextricavelmente vinculado ao sistema comum de crenças culturais. Para suplantá-lo será necessário nada menos que uma profunda revolução cultural. E tal revolução é imprescindível se quisermos melhorar, ou mesmo manter, nossa saúde. As deficiências de nosso sistema atual de assistência à saúde — em termos de custos, eficácia e satisfação das necessidades humanas — estão ficando cada vez mais notórias e são cada vez mais reconhecidas como decorrentes da natureza restritiva do modelo conceitual em que se baseia. (...) Os pesquisadores médicos precisam entender que a análise reducionista do corpo-máquina não pode fornecer-lhes uma compreensão completa e profunda dos problemas humanos. A pesquisa biomédica terá que ser integrada num sistema mais amplo de assistência à saúde, em que as manifestações de todas as enfermidades humanas sejam vistas como resultantes da interação de corpo, mente e meio ambiente, e sejam estudadas e tratadas nessa perspectiva abrangente.
A adoção de um conceito holístico e ecológico de saúde, na teoria e na prática, exigirá não só uma mudança radical conceitual na ciência médica, mas também uma reeducação maciça do público. Muitas pessoas aderem obstinadamente ao modelo biomédico porque receiam ter seu estilo de vida examinado e ver-se confrontadas com seu comportamento doentio. Em vez de enfrentarem tal situação embaraçosa e freqüentemente penosa, insistem em delegar toda a responsabilidade por sua saúde ao médico e aos medicamentos. Além disso, como sociedade, somos propensos a usar o diagnóstico médico como cobertura para problemas sociais. Preferimos falar sobre a "hiperatividade" ou a "incapacidade de aprendizagem" de nossos filhos, em lugar de examinarmos a inadequação de nossas escolas; preferimos dizer que sofremos de "hipertensão" a mudar nosso mundo supercompetitivo dos negócios; aceitamos as taxas sempre crescentes de câncer em vez de investigarmos como a indústria química envenena nossos alimentos para aumentar seus lucros. Esses problemas de saúde extrapolam os limites das preocupações da profissão médica, mas são colocados em foco, inevitavelmente, assim que procuramos seriamente ir além da assistência médica atual.
Ora, só será possível transcender o modelo biomédico se estivermos dispostos a mudar também outras coisas; isso estará ligado, em última instância, a uma completa transformação social e cultural.
Por Fritjof Capra 
Fonte Extraído do Livro "O Ponto de Mutação"

ASSISTÊNCIA SOCIAL À SAÚDE


Um futuro sistema de assistência à saúde consistirá, em primeiro lugar e acima de tudo, num sistema abrangente, efetivo e bem integrado de assistência preventiva. A manutenção da saúde será, em parte, uma questão individual e, em parte, uma questão coletiva, estando as duas, a maior parte do tempo, intimamente interligadas.
(...) 
"Assistência social à saúde" parece ser um termo apropriado para os programas e atividades coletivos dedicados à manutenção e à promoção da saúde.
A assistência social à saúde terá duas partes básicas — a educação para a saúde e a política da saúde —, as quais devem ser empreendidas simultaneamente e em estreita coordenação. O objetivo da educação para a saúde será fazer com que as pessoas entendam como seu comportamento e seu meio ambiente afetam sua saúde e ensiná-las a enfrentar o estresse em sua vida cotidiana. Programas abrangentes que enfatizem a educação sanitária podem ser integrados no sistema escolar e considerados de importância vital. Ao mesmo tempo, podem ser acompanhados de campanhas de educação sobre saúde pública através dos veículos de comunicação de massa, para contra-atacar os efeitos perniciosos da publicidade de produtos e estilos de vida nocivos.
Um importante objetivo da educação sanitária será o de estimular a responsabilidade das grandes companhias. A comunidade empresarial precisa aprender muito mais sobre os riscos para a saúde resultantes de seus métodos de produção e de seus produtos. Terá que se preocupar e tomar providências quanto à saúde pública, tomar consciência dos custos para a manutenção da saúde gerados por suas atividades e formular uma política empresarial que esteja de acordo com esses objetivos.
Na área da saúde, a política a ser adotada pelo governo em vários níveis de administração consistirá numa legislação que estabeleça condições para a prevenção de doenças acompanhada também de uma política social que garanta as necessidades básicas das pessoas. As sugestões seguintes incluem algumas das muitas medidas necessárias visando assegurar um meio ambiente que encoraje e torne possível às pessoas levar um tipo de vida mais saudável:

• Restrições a toda publicidade de produtos prejudiciais à saúde.
• "Impostos de assistência à saúde" sobre indivíduos e empresas que gerem riscos para a saúde, a fim de que cubram os custos médicos que inevitavelmente decorrem desses riscos; por exemplo, poderiam ser taxadas as empresas que causam poluição de vários tipos; poder-se-ia, também, cobrar impostos progressivos sobre bebidas alcoólicas, cigarros que contêm alcatrão e alimentos supérfluos e artificiais.
• Programas de ação social para melhorar a educação, os níveis de emprego, os direitos civis e a situação econômica de grande número de pessoas empobrecidas; essa política social é também uma política de saúde, pois afeta não só os indivíduos envolvidos,
como também a saúde da sociedade como um todo.
• Desenvolvimento progressivo dos serviços de planejamento familiar, aconselhamento familiar, centros de assistência diurna, etc; isso pode ser encarado como assistência preventiva à saúde mental.
• Desenvolvimento de uma política nutricional que forneça incentivos à indústria para produzir mais alimentos nutritivos, incluindo restrições aos artigos oferecidos em máquinas automáticas, e especificações nutricionais para os alimentos servidos em escolas, hospitais, prisões, cantinas de repartições públicas etc.
• Legislação para apoiar e desenvolver métodos orgânicos de lavoura.

Um estudo cuidadoso dessas políticas sugeridas mostra que qualquer delas requer, em última análise, um diferente sistema social e econômico para que seja bem sucedida. Não seremos capazes de aumentar, ou mesmo de manter, nossa saúde se não adotarmos profundas mudanças em nosso sistema de valores e em nossa organização social.
"Nossa prática diária com padecimentos humanos tornou-nos profundamente conscientes de que os problemas de má saúde decorrem, em grande parte, de falhas em nossas instituições políticas, econômicas e sociais.
Nossas instituições atuais de assistência à saúde baseiam-se na estreita abordagem biomédica para o tratamento de doenças, e estão organizadas de um modo tão fragmentado que se tornaram sumamente ineficazes e inflacionárias.
Precisamos de um sistema de assistência à saúde que seja receptivo e bem integrado, que preencha as necessidades dos indivíduos e das populações.

The Turning Point - 1982 Fritjjof Capra

A SAÚDE – MEDICINA & ASSISTÊNCIA MÉDICA


Acrescente dependência da assistência médica de uma tecnologia complexa acelerou a tendência para a especialização e reforçou a propensão dos médicos de tratar partes específicas do corpo. Esquecendo-se de cuidar do paciente como um todo.
A prática da medicina transferiu-se do consultório do clínico-geral para o hospital, onde se tornou progressivamente despersonalizada, quando não desumanizadas. Os hospitais converteram-se em amplas instituições profissionais, enfatizando mais a tecnologia e a competência científicas do que o contato com o paciente.  
Os custos da assistência médica aumentaram num ritmo assustador. O desenvolvimento e o uso generalizado de uma dispendiosa tecnologia médica estão entre as principais razões que levaram a esse aumento acentuado dos custos da saúde.
De 30% a 50% dos casos de hospitalização atuais são clinicamente desnecessários. Serviços alternativos que poderiam ser, do ponto de vista terapêutico, mais eficazes, e economicamente mais eficientes são desprezados.

(Fritjof Capra – O Ponto de Mutação)

SOCIEDADE


Hoje, nossa sociedade como um todo encontra-se numa crise análoga. Podemos ler acerca de suas numerosas manifestações todos os dias nos jornais. Temos taxas elevadas de inflação e desemprego, temos uma crise energética, uma crise na assistência à saúde, poluição e outros desastres ambientais, uma onda crescente de violência e crimes, e assim por diante. Isso parece ajustar-se muito bem à nossa situação atual.
A crise que estamos hoje enfrentando não é uma crise qualquer, mas uma grande fase de transição, como as que ocorreram em ciclos anteriores da história humana.(...)
A crise atual, portanto, não é apenas uma crise de indivíduos, governos ou instituições sociais; é uma transição de dimensões planetárias. Como indivíduos, como sociedade, como civilização e como ecossistema planetário, estamos chegando a um momento decisivo.(...)
É uma situação tão paradoxal que beira a insanidade. Podemos controlar os pousos suaves de espaçonaves em planetas distantes, mas somos incapazes de controlar a fumaça poluente expelida por nossos automóveis e nossas fábricas. Propomos a instalação de comunidades utópicas em gigantescas colônias espaciais, mas não podemos administrar nossas cidades. O mundo dos negócios faz-nos acreditar que o fato de gigantescas indústrias produzirem alimentos especiais para cachorros e cosméticos é um sinal de nosso elevado padrão de vida, enquanto os economistas tentam dizer-nos que não dispomos de recursos para enfrentar os custos de uma adequada assistência à saúde, os gastos com educação ou transportes públicos. A ciência médica e a farmacologia estão pondo em perigo nossa saúde, e o Departamento de Defesa tornou-se a maior ameaça à segurança nacional.


Por Fritjo Capra
Fonte O Ponto de Mutação/1982

A VISÃO DO FUTURO


Hoje, nossa sociedade encontra-se como um todo numa crise análoga. Lemos acerca de suas numerosas manifestações todos os dias nos jornais: taxas elevadas de inflação e desemprego, crise energética, crise na assistência à saúde, poluição e desastres ambientais, uma onda crescente de violência e crimes, e assim por diante.
Vivemos, hoje, em um mundo globalmente interligado, no qual os fenômenos biológicos, psicológicos, sociais e ambientais são todos interdependentes.
A gravidade e a extensão global de nossa crise atual indicam que essa mudança é suscetível de resultar numa transformação de dimensões sem precedentes, um momento decisivo para o planeta como um todo.
Precisamos, de um novo "paradigma'' — uma nova visão da realidade, uma mudança fundamental em nossos pensamentos, percepções e valores.
Por Fritjjof Capra
Fonte "The Turning Point" - 1982

VEJA 7 DICAS PARA SAIR DO TRABALHO NO HORÁRIO

Segundo especialista, o segredo para não trabalhar demais é delegar funções e colocar certos limites

De acordo com uma pesquisa da consultoria Right Management, feita com 325 empregadores americanos, os trabalhadores estão ficando mais tempo no escritório do que ficavam em 2008, ano da crise econômica global.
Segundo o estudo, 67% dos entrevistados afirmam que os empregados estão passando períodos consideravelmente mais longos em seus escritórios. 23% negam a maior jornada de trabalho, e 10% acreditam que o horário tenha ficado "um pouco mais" longo.
Segundo Sueli Aznar, consultora em transição de carreiras da Right Management, a realidade também se aplica ao Brasil, principalmente porque, diz ela, somos menos organizados. "Os brasileiros têm uma grande dificuldade em dizer 'não' e impor limites", explica. Algumas dicas para fugir das longas jornadas de trabalho:

NÃO ACEITE TUDO
Colocar limites pode parecer difícil, mas é necessário para que você não sobrecarregue sua jornada. É preciso aprender a dizer "não".

CUIDADO COM A TECNOLOGIA
"Hoje em dia, a tecnologia faz com que a gente leve o trabalho para fora do escritório: o celular do trabalho, o notebook para checar e-mails etc. Também é preciso se desligar", diz Aznar.

COMPARTILHE SUA AGENDA
É simples e funciona. Comece a compartilhar sua agenda com a equipe. Se as pessoas já souberem quais horários você tem reservados, começarão a se organizar melhor para falar com você ou te pedir coisas.

SEPARE UM TEMPO
Ser assertivo é essencial. Separe determinados horários para ler e-mails, fazer reuniões, ler jornais etc. Se você cumpri-los, não terá problemas por acumular as tarefas ou deixa-las de fazer porque está sobrecarregado.

ESQUEÇA O 'WORKAHOLIC' QUE EXISTE EM VOCÊ
Segundo Aznar, as empresas precisam começar a apontar o perfil de "workaholic" (profissional viciado em trabalho) como algo não desejado. "Nós queremos que nossos executivos cumpram suas obrigações, mas para isso, precisamos dar tempo para ele descansar ou se divertir."

DELEGUE FUNÇÕES
Se você está em uma posição de liderança, pode delegar funções para a sua equipe. Não adianta ser um chefe querido se você deixar de atender coisas importantes porque não tem a competência de delegar.

NÃO PROCRASTINE
Seja assertivo nas suas funções, cumpra sua agenda e não deixe as coisas para depois. "Quando um e-mail chega com um pedido, ou você resolve na hora, ou delega essa função para outra pessoa. Não deixe para depois", diz Aznar.

Fonte Veja Online

14 COISAS QUE VOCÊ DEVE FAZER NO FINAL DE CADA DIA DE TRABALHO

A chave para o sucesso de um dia pode ser a maneira que você termina sua jornada

Finalizar o dia é tão importante como iniciar. Portanto, siga estes rituais básicos e torne-se mais produtivo e feliz.

De acordo com o especialista em comportamento profissional Lynn Taylor, autor do livro “Tame Your Terrible Office Tyrant“, a maneira como você termina o dia é tão importante quanto o modo como começará o próximo. “Esta é uma peça chave no desempenho, para que seja produtivo”, diz ele. “Este comportamento tem um impacto tremendo em sua maneira de trabalhar, atitudes e produtividade“. Portanto, aqui estão as 14 dicas para terminar bem um dia de trabalho.

1. Avalie sua lista de afazeres
Certifique-se de estar no caminho necessário para cumprir as tarefas que se propôs. “Se você está insatisfeito com os caminhos que tem tomado para realizar seus afazeres, este é um bom momento para pensar em novas maneiras de seguir estes caminhos”, diz o especialista. Desta forma, você poupa um bom tempo da manhã seguinte.

2. Reveja sua programação para o próximo dia
Tenha certeza de que fez as ligações que precisava, ou que anotou todos os horários de uma possível reunião. Você pode aproveitar este momento para reorganizar sua agenda em relação aos eventos mais próximos, principalmente para o dia seguinte. “Algumas pessoas gostam de visualizar mentalmente sua agenda, outras de efetivamente anotar. O importante é pensar sobre as coisas que precisa fazer de forma organizada”.

3. Faça o “check-in” com seu chefe e colegas de trabalho
Antes de ir para casa, visite a sala de seu chefe ou a mesa de seus colegas de trabalho e pergunte se faltou algo. Também é de bom gosto apresentar os avanços nos projetos em que está trabalhando.

4. Arrume sua bagunça
Ninguém gosta de trabalhar no meio de uma bagunça. Antes de sair pela porta, gaste alguns minutos organizando sua mesa de trabalho e jogando o lixo fora. Isso te dará a sensação de frescor no começo da manhã seguinte. A máxima também é válida para sua caixa de entrada no e-mail. Esta limpeza evita um stress desnecessário.

5. Complete os trabalhos menos importantes
O fim do dia também é um bom momento para completar aquele trabalho menos importante que fica acumulado em detrimento do trabalho de pico. Envie e-mails, faça telefonemas, adiante o que puder. É possível que o fim do dia determine qual será sua primeira tarefa no dia seguinte.

6. Faça o encerramento
Termine todas as atividades do dia, para não ir embora pensando em trabalho inacabado. Especialmente se é algo que possa ser finalizado rapidamente. Os últimos cinco minutos podem ser dedicados a se cumprir algo que tem adiado há muito, e que é tão simples que não precisava ser motivo de stress.

7. Faça uma nova lista de afazeres
Determine, por ordem de importância, tudo o que precisa ser feito no dia seguinte. Você provavelmente vai acrescentar outras atividades no outro dia, mas pelo menos já economizou tempo.

8. Reflita sobre seu dia
Muitas pessoas não fazem isso. Elas saem correndo pela porta e não parecem ter vivido situações de sucesso, fracasso ou marasmo. Refletir sobre o dia é um importante ritual de finalização.

9. Diga “tchau”
É importante criar rotinas e rituais no trabalho, que vão te ajudar a se sentir mais satisfeito durante sua carreira. “Assim você vai para casa renovado e reenergizado, inspirado para o novo dia”, diz Taylor. “Nós sempre nos lembramos de dar bom dia, já que isso nos faz sentir mais seguros para a jornada de trabalho, mas é igualmente importante dizer ‘tchau‘, para que o ciclo seja encerrado”.

10. Deixe uma nota positiva
Escreva algo bacana em um post-it ou bloco de anotações; um cumprimento para um colega, uma frase motivadora para si mesmo, qualquer coisa. “A ideia é encontrar algo positivo, que te faça se sentir bem com seu trabalho e certificar-se de que aquela mensagem seja a última coisa em sua cabeça antes de sair da empresa”.

11. Pense “verde”. Seja sustentável
Antes de ir embora, apague as luzes e desligue seu computador.
12. Desconecte-se
Não tenha medo de desligar seu smartphone ou o alerta de e-mails. Deixe que as pessoas saibam disso. Ao sair da empresa, tente não levá-la consigo. “É importante estar presente com sua família ou amigos“, afirma o especialista.

13. Deixe seu stress para trás
O dia pode ter sido dos piores, mas levar o stress para casa definitivamente não vai ajudar em nada. Pense que quanto mais descansar e relaxar, mais preparado estará para lidar com os problemas no dia seguinte. Além disso, sua família precisa de você.

14. Vá embora
Não adianta ficar além do seu horário, se isso não é estritamente necessário. Ser “workaholic” não é mais um sinal positivo. Vá embora, descanse e volte no dia seguinte completamente relaxado. Caso contrário, sua produtividade vai cair e seu cansaço vai aumentar. Talvez seja o momento de dar 80%, ao invés de 110%, pelo menos até que esteja refeito para trabalhar em sua melhor efetividade.

Dica bônus
Não fique a mais só para acompanhar seu chefe. Não vá embora só porque você pode. Seus colegas podem precisar de você. Faça as coisas certas da maneira correta.

Adaptado de texto de Jacquelyn Smith, originalmente publicado na Forbes.
Fonte Jornal do Empreendedor

6 PEDRAS NO CAMINHO DOS CONCURSEIROS DA ÁREA JURÍDICA

Confira quais são as maiores dificuldades dos candidatos, na opinião de três especialistas em concursos públicos

Conquistar a tão sonhada aprovação não é tarefa das mais simples. O conteúdo exigido pelos editais é complexo, as provas são longas e a concorrência é grande. Além disso, algumas questões acabam deixando muita gente de fora.
Exame.com consultou três especialistas em concursos públicos da área jurídica para saber quais as maiores dificuldades no caminho dos concurseiros. Vencer estas barreiras é sair na frente de grande parte dos candidatos. Confira quais são elas:

1 Raciocínio lógico
Fórmulas e conceitos de raciocínio lógico podem ser verdadeiros vilões para quem vai prestar concursos na área jurídica porque os candidatos não são da área de exatas, segundo o vice-presidente do Complexo Educacional Damásio de Jesus, Marco Antônio de Araújo Júnior.
“Por ser uma disciplina fora do âmbito do direito, os concurseiros precisam estudar mais”, diz ele. Vale lembrar que esta é uma disciplina presente, por exemplo, nos concursos para delegados.

2 Informática
A linguagem em bits e bytes dos sistemas de hardware e software também pode deixar muitos concurseiros de cabelo em pé e também é frequente em editais de concursos para delegado de polícia civil. “Não é informática básica de saber usar o computador, são questões de profundidade mediana, específicas para concursos públicos, e pegam muita gente desprevenida”, diz Araújo.

 3 Disciplinas de menor peso ou número de questões
Na opinião de Marcelo Hugo da Rocha, diretor acadêmico do Curso Retorno Jurídico e coordenador da coleção Passe em Concursos Públicos - Manual de Dicas (Editora Saraiva), as questões de menor peso nas provas ou com poucas questões são a pedra no sapato de muita gente na hora da prova. “Muitos concurseiros acabam estudando de forma superficial as matérias de menor peso”, diz Rocha.
O risco, diz o especialista, é que classificação, muitas vezes, é por 1 ou 2 pontos e, nesta hora, estas disciplinas podem fazer a diferença na aprovação. “Na grade de estudos, os concurseiros devem dar preferência para as matérias de maior peso, mas devem estudar todas as disciplinas e resolver provas anteriores”, diz ele.

4 Direito Administrativo
Nenhum concurseiro da área jurídica vai escapar de ter que estudar direito administrativo. Mas, apesar de sempre aparecer nos editais, a disciplina preocupa muitos concurseiros, diz Rocha. “O que temos é uma legislação esparsa, por isso das disciplinas jurídicas é a mais preocupante”, diz o especialista.
De acordo com ele, isto gera muitas dúvidas nos alunos. “Na minha área de estudos que muita gente me pergunta como são as ações do direito administrativo”, conta.
“Não há um código, não existe essa base em direito administrativo, o que gera divergência entre os estudiosos”, explica a professora Fernanda Marinela, da rede LFG. A solução sugere ela, é conhecer bem o posicionamento do Judiciário acerca dos temas.

5 Constituição e Direito Constitucional
“O direito constitucional e direito administrativo são disciplinas que o estudante vê na graduação por um ou dois semestres e geralmente não têm contato em estágios”, diz Rocha.
A falta de estudo durante o curso de direito faz com que os concurseiros precisem reforçar as leituras, já que a disciplina também aparece em todos as provas da área jurídica. “Pega muitos candidatos”, diz Fernanda.
A dica da professora é estudar bem a Constituição federal, “ Não há dúvida, quem conhece a Constituição não zera na prova porque todo o ordenamento jurídico brasileiro está embasado pela constituição”, explica.

6 Prova oral
A ansiedade de estar cara a cara com a banca examinadora é o que torna a prova oral uma preocupação constante de quem presta concurso público na área jurídica. “É o que derruba muitos candidatos”, diz Fernanda. Além de muito treinamento e estudo, o pulo do gato é conseguir manter a calma nesta hora.
Na opinião da professora da rede LFG, o modelo de prova oral também deixa muito candidato nervoso porque traz riscos à imparcialidade dos concursos. “O examinador olha na cara do candidato, é uma pessoalidade grande”, diz Fernanda.

Por Camila Pati
Fonte Exame.com

AS ATITUDES FUNDAMENTAIS PARA TER UM ÓTIMO DIA DE TRABALHO

 
O jeito como você inicia o expediente ou suas manhãs pode determinar o sucesso (ou não) do seu expediente; veja 7 ações para garantir um dia de trabalho melhor

Se a primeira impressão é a que fica, a maneira como você inicia um novo dia de trabalho pode dar o tom de todo o resto do expediente. Basta uma irritação aqui por causa do trânsito e um erro ali ao delimitar as prioridades para que as horas seguintes fiquem prejudicadas.
Mas é possível tomar algumas medidas logo no início do expediente para garantir equilíbrio e produtividade até o minuto final. Confira quais são os 7 passos fundamentais para ter um excelente dia de trabalho.

1 Tome café da manhã
Um excelente expediente começa muito antes de você sair da sua casa. Rejeitar a “soneca” do celular, tomar a decisão de acordar disposto e de se arrumar são atitudes fundamentais para chegar bem ao ambiente de trabalho.
Na lista de tarefas fundamentais para fazer antes de sair de casa (ou enquanto ruma para o escritório) está tomar café da manhã. Sim, isso mesmo. Pular esta refeição pode ter efeitos nefastos para seu humor, concentração e produtividade, afirma o doutor Artur Zular, diretor científico do Instituto Qualidade de Vida.
“Se não, a pessoa vai trabalhar com hipoglicemia. As funções cognitivas ficarão prejudicadas. Pessoa com fome fica irritada, com dor de estômago ou de cabeça. Ele senta na mesa já ‘estragado’”, descreve o médico.
Deixar para comer no trabalho também não é a melhor opção, diz o especialista. “Com essa tal “Lei de Murphy”, ele pode não conseguir comer. E a pessoa passa a se portar como vítima, quando, na verdade, faltou planejamento”, afirma.

2 Chegue no horário (ou antes)
Pode parecer óbvio, mas muita gente se esquece desta premissa básica para o dia de trabalho. Quem chega atrasado, já chega “inadimplente”, brinca o doutor Zular. “O atraso gera uma condição psicológica desfavorável, você acaba se focando em questões não ligadas à carreira porque você está preocupado em se justificar”, diz Fernando Colella, da consultoria Café com Coaching.
Bem sabemos que imprevistos acontecem (é o trânsito que empaca, o ônibus que não passa ou o carro que não pega), mas é essencial se antecipar a cada um deles. Como? “Planeje chegar 15 minutos antes, aí você não precisará justificar nada, nem inventar”, afirma Zular. E se a disciplina é seu "calcanhar de Aquiles", veja neste vídeo como ser mais disciplinado.

3 Fale bom dia e sorria
“Investe-se milhões em ações para melhorar o clima organizacional, mas quem realmente muda isso são os próprios colaboradores no dia a dia”, diz Zular. E isso começa desde cedo – com o real desejo de que o outro tenha um bom dia, afirma o pesquisador. E não se esqueça de sorrir neste percurso: “Cem músculos são mobilizados em um sorriso. O cérebro interpreta a mímica facial positivamente e o dia passa a ser diferente”, afirma o médico.

4 Beba água
Enquanto o computador é ligado, aproveite para encher uma jarra de água e cuidar das suas questões fisiológicas. “A desidratação diminui a capacidade de trabalho, afeta o raciocínio, a crítica e a memória”, diz o médico. O ideal é sempre ter uma garrafa ou um copo à mão para ir se hidratando ao longo do dia. “Quanto você sente sede, já está com 5% de desidratação”, afirma Zular.

5 Deixe a mesa organizada
Mais um hábito para adicionar à rotina: agora, antes de deixar o escritório, deixe sua mesa em ordem. Isso fará toda a diferença no dia seguinte, dizem os especialistas. “Mesa desorganizada é um estressor”, diz André Caldeira, da Propósito.

6 Faça uma lista de tarefas
Chegou a hora  de planejar seu dia. “Antes da ação, o primeiro passo é a organização”, afirma Colella. Para isso, comece listando o que ficou pendente do dia anterior. Depois, elenque as atividades urgentes e importantes, e por aí vai.
A dica é definir quais são as prioridades e estimar o tempo de execução para cada uma delas. “Você tem que começar por aquilo que tem que ser feito, não pelo que é mais gostoso”, diz Colella.
Mas não se esqueça de dar espaço para o imponderável. “Nosso planejamento deve ser flexível. Você precisa ter em mente que alguém pode interromper você. Então, é preciso ter esta margem de segurança de tempo na agenda”, afirma Alexandre Barbosa, autor do livro “Construa seus sonhos” (Editora Thomas Nelson).

7 Aproveite o período em que você está mais focado
E o mais importante: não demore muito para “dar a partida” de fato no expediente. Muita gente chega no trabalho, mas leva um bom tempo para começar a trabalhar de verdade. No lugar de já focar na ação, há quem perca tempo atualizando status nas redes sociais, checando a vida alheia na internet ou, simplesmente, batendo um extenso papo no café.
“Com isso, elas perdem o período que tem mais foco. Depois das 10h, por exemplo, todo mundo já chegou e as chances de dispersar são maiores”, diz Barbosa. Captou? Então, boa sorte no dia de hoje.

Por Talita Abrantes
Fonte Exame.com

O QUE SUA MESA DE TRABALHO DIZ SOBRE VOCÊ?


Dê uma olhada para sua mesa. Ela está cheia de papéis ainda não lidos? Decorada com fotos da família? Você possui brinquedos e enfeites que te ajudam a pensar? A maneira com que você organiza e até decora sua mesa pode dizer muito sobre você.
Nos escritórios nós geralmente planejamos nosso espaço para comunicar nossos objetivos, atitudes e valores. Como um empreendedor, a mesa de trabalho dos seus funcionários pode ajudar você a compreendê-los melhor e a motivá-los mais. “Pessoas querem ser conhecidas”, afirma Sam Gosling, psicólogo e professor da Universidade de Texas, em Austin. “Você se torna mais saudável, mais feliz e mais produtivo quando as pessoas te conhecem de verdade.”
Observe a mesa de seus colegas de trabalho, como eles usam o espaço? Quais objetos pessoais podem ser encontrados lá? “É importante procurar por temas”, acrescenta Gosling. Dê foco a objetos que parecem mais constantes e permanentes.
Nadia Goodman, do site de empreendedorismo Entrepreneur, juntou algumas dicas para encontrar o que há de mais marcante no ambiente de trabalho e o que elas revelam sobre a personalidade de cada um.

1. Uma mesa organizada diz que… você é pontual e pouco autônomo.
Pessoas com escrivaninhas organizadas tendem a ser mais conscientes, o que significa que elas são confiáveis. São geralmente orientadas por suas tarefas e terminam seus trabalhos no prazo certo. “Quando entro em um ambiente de trabalho, procuro por um calendário”, diz Gosling, já que um calendário atualizado é mais um sinal de uma pessoa organizada.
Ter uma mesa bagunçada não é necessariamente ruim (pessoas criativas geralmente possuem mesas assim), mas outros podem julgá-las errado. “Quando encontram uma escrivaninha bagunçada, tendem a pensar que a pessoa cria polêmicas e discorda muito, o que não é sempre verdade”, explica Gosling.

2. Objetos diferentes significam que.. você tem criatividade e é aberto a novas experiências.
Pessoas que decoram suas mesas com peças inéditas de arte ou uma variedade de enfeites quase sempre são abertas a novidades, elas abraçam novas ideias e têm criatividade.
Agências inovadoras, como algumas de publicidade ou startups, atraem pessoas com criatividade e estimulam seus funcionários a exibir suas personalidades. Por exemplo, algumas agências proporcionam crédito em sites de compra para que os funcionários decorem suas mesas. Nesses lugares é possível encontrar uma coleção esquisita de robôs, polvos de pelúcia e máquinas de escrever.

3. Pôsteres motivacionais e mensagens de inspiração podem significar que você é um pouco neurótico.
Quem enche a mesa com declarações que inspiram é tipicamente um pouco neurótico. “Mensagens assim representam uma forma psicológica de emocionalmente equilibrar pessoas ansiosas”, esclarece o psicólogo americano.
Se você pregou alguns desses pôsteres, não se preocupe, nem sempre eles passam essa má impressão. Pessoas mais neuróticas são na maioria das vezes muito bem-sucedidas no trabalho, e as frases escolhidas por elas transmitem seus valores.

4. Um espaço aconchegante e convidativo pertence a pessoas extrovertidas.
Aqueles com escritórios particularmente acolhedores – inclusive de portas abertas, com cadeiras confortáveis ou até potes de doces – tendem a ser muito sociáveis. Ao criar um espaço atraente, eles mostram aos outros que são receptivos e recebem muito mais visitas do que os tímidos.
Sociabilidade pode traçar um caminho para promoções e novas oportunidades. Quem é tímido pode tentar dar um toque de conforto em seu espaço. “É possível aprender a exercitar a sociabilidade, apesar de ser difícil ser tão agradável quanto as pessoas que são biologicamente extrovertidas”, acrescenta Gosling.

Por Mariana Grazini
Fonte Papo de Empreendedor