segunda-feira, 28 de maio de 2018

REALIDADE BRASILEIRA


EPISTEMOLOGIA DE EÇA DE QUEIRÓS

FRASE COM 2054 ANOS

FILOSOFIA DE PLATÃO

THOMAS EDISON: FOR 100% RENEWABLE ENERGY, ESPECIALLY SOLAR


Edison was way ahead of his time, and was clearly a fan of the 100% renewable energy ida (a true possibility), and especially tapping into our insanely abundant supply of solar energy.
By Zachary Shahan
Source CleanTechnica

4 MANEIRAS DE GASTAR DINHEIRO

5 DICAS PARA SE TORNAR UM PROFISSIONAL INOVADOR

CORRENTE DE ORAÇÃO PELA PAZ MUNDIAL

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

UMA CIVILIZAÇÃO DIFERENTE

PESSOAS VIOLENTAS

ENERGIA SOLAR - FONTE ENEGÉTICA ABUNDANTE


No decorrer da década de 70, o mundo adquiriu profunda consciência de uma escassez global de combustíveis fósseis e, com o inevitável declínio dessas fontes convencionais de energia à vista, os principais países industrializados empreenderam uma rigorosa campanha a favor da energia nuclear como fonte energética alternativa. O debate sobre como solucionar a crise energética concentra-se usualmente nos custos e riscos da energia nuclear, em comparação com a produção de energia proveniente do petróleo, do carvão e do óleo xistoso. Os argumentos usados por economistas do governo e das grandes companhias, bem como por outros representantes da indústria energética, são fortemente tendenciosos sob dois aspectos. A energia solar — a única fonte energética que é abundante, renovável, estável no preço e ambientalmente benigna — é considerada por eles "antieconômica" ou "ainda inviável", apesar de consideráveis provas em contrário; e a necessidade de mais energia é pressuposta de maneira indiscutível.
Qualquer exame realista da "crise energética" tem que partir de uma perspectiva muito mais ampla do que essa, uma perspectiva que leve em conta as raízes da atual escassez de energia e suas ligações com os outros problemas críticos com que hoje nos defrontamos. Tal perspectiva torna evidente algo que, à primeira vista, poderá parecer paradoxal: para superar a crise energética, não precisamos de mais energia, mas de menos. Nossas crescentes necessidades energéticas refletem a expansão geral dos nossos sistemas econômico e tecnológico; elas são causadas pelos padrões de crescimento não-diferenciado que exaurem nossos recursos naturais e contribuem, de modo significativo, para nossos múltiplos sintomas de doença individual e social. Portanto, a energia é um parâmetro significativo de equilíbrio social e ecológico. Em nosso estágio atual de grande desequilíbrio, contar com mais energia não resolveria os nossos problemas, mas só iria agravá-los. Não só aceleraria o esgotamento de nossos minerais e metais, florestas e peixes, mas significaria também mais poluição, mais envenenamento químico, mais injustiça social, câncer e crimes. Para fazer frente a essa crise multifacetada não necessitamos de mais energia, mas de uma profunda mudança de valores, atitudes e estilo de vida.
Uma vez percebidos esses fatos básicos, torna-se evidente que o uso de energia nuclear como fonte energética é absoluta loucura. Ultrapassa o impacto ecológico da produção de energia em grande escala a partir do carvão, impacto esse que já é devastador, em vários graus, e ameaça envenenar não apenas nosso meio ambiente natural por milhares de anos, mas até mesmo extinguir toda a espécie humana. A energia nuclear representa o caso mais extremo de uma tecnologia que tomou o freio nos dentes, impulsionada por uma obsessão pela auto-afirmação e pelo controle que já atingiu níveis patológicos.
Ao descrever a energia nuclear em tais termos, refiro-me a armas nucleares e a reatores nucleares. Esses dois fatores não podem ser considerados separadamente; esta é uma propriedade intrínseca da tecnologia nuclear. O próprio termo nuclear power tem dois significados vinculados. Power, além do significado técnico de "fonte de energia", possui também o sentido mais geral de "posse de controle ou influência sobre outros".
Assim, no caso do nuclear power (energia nuclear e poder nuclear), esses dois significados estão inseparavelmente ligados, e ambos representam hoje a maior ameaça à nossa sobrevivência e ao nosso bem-estar.
Por Fritjjof Capra 1982
Fonte O Ponto de Mutação

CLIENTES BUSCAM ADVOGADOS ESPECIALIZADOS E AMIGOS


Quem é o melhor advogado do ponto de vista do cliente? Para responder a essa pergunta, o advogado pode fazer uma ampla pesquisa de mercado ou simplesmente... pensar como cliente. Quem é o melhor médico? "Se você não sabe qual é sua necessidade médica, provavelmente quer se consultar com um clínico geral. Mas, se você é um esportista e sofreu uma torção no tornozelo, certamente quer ser tratado por um médico especializado em medicina esportiva", diz Larry Bodine, um especialista americano em desenvolvimento de negócios.
A maioria dos clientes ainda não aprendeu a usar métodos revolucionários para escolher advogados. Escolhem com base em preferências pessoais, conforme dita a tradição. Por exemplo:

1. Os clientes preferem trabalhar com especialistas — não generalistas.
Deixando de lado as grandes corporações, que se entendem bem com as grandes bancas, o resto do mercado está sempre em busca de "especialistas em duas pontas", a da advocacia e a do cliente. Isto é, advogados que dominam uma área jurídica específica, de um lado, e de outro sabem tudo (ou pelo menos muito) sobre a área de atuação do cliente.
Exemplos: um clube de futebol prefere um advogado com amplo conhecimento da legislação esportiva e também do funcionamento dos clubes, da contratação e dispensa de jogadores etc. Um sindicato prefere um advogado que seja profundo conhecedor da legislação trabalhista e da sindical, mas que também tenha um ótimo conhecimento do funcionamento dos sindicatos. O mesmo advogado está na preferência de uma empresa com problemas com sindicato, especialmente se ele conhece todos os seus problemas de mão de obra e de seu sistema de produção.
Hoje, advogados tributaristas têm de ter um amplo conhecimento sobre o setor de transporte, de alimentação ou de fabricação, se querem representar empresas em qualquer dessas áreas. Ou, quando as coisas começam a ficar mais modernas, tem de ser um expert em tecnologia, biotecnologia, computação, telecomunicações, comunicação móvel, ciências, se pretende atuar no campo de patentes, direitos autorais ou até mesmo na área criminal, se quer representar uma das partes em um caso de crime cibernético.
Em cada uma dessas áreas, o advogado deve estar onde seus clientes estão: associações, sindicatos, clubes, exposições, seminários e conferências, premiações e qualquer outro tipo de evento. "Vá com o propósito de ver e ser visto, conhecer e ser conhecido; faça parte de qualquer conselho ou diretoria que forem instituídos; participe da edição do boletim da organização; lidere um dos programas da entidade; demonstre sua especialização, sempre que tiver uma chance", diz Bodine.

2. Os clientes preferem trabalhar com pessoas que elas conhecem e gostam.
Os advogados rainmakers (os que fazem chover) são rainmakers por uma razão principal: eles têm mais relacionamentos com possíveis clientes do que os demais advogados da firma. Os rainmakers visitam os clientes — os atuais e os futuros. Marcam reuniões quinzenais em que o objetivo principal, muitas vezes, é perguntar "como vão as coisas?". O rainmaker fala pouco, o suficiente para fazer o cliente falar — e escuta, com o detector de problemas ligado. Com os atuais clientes, a finalidade da reunião não é discutir os atuais problemas, mas ver no radar os que estão se aproximando.
As comunicações eletrônicas são fantásticas para o advogado, para o cliente, para todo mundo. Não para o trabalho de rainmaking. Podem ser um acessório de grande utilidade, mas nunca serão a principal arma para um advogado conquistar clientes. Essa é o contato pessoal. Clientes não gostam de entregar sua vida jurídica a advogados com os quais não conseguem interagir face a face. Pelo menos no início do relacionamento. Entre um advogado que se comunica por e-mail e outro que se comunica pessoalmente, ele fica com o que pode olhar nos olhos, falar da empresa, da família etc.

3. Os clientes preferem trabalhar com conselheiros pessoais de confiança.
Especialmente os que vivem isolados por qualquer razão, incluindo o poder. Presidentes e CEOs de grandes organizações, por exemplo, sãos seres solitários. Eles não podem se dirigir aos membros do Conselho para se queixar das agruras da vida em seu posto. Tampouco podem se dirigir a seus subordinados, em busca desse tipo de conforto. "Muitos advogados conquistam CEOs fazendo o papel de ombro amigo", diz Bodine.
Como a maioria dos seres humanos, presidentes e CEOs de grandes corporações precisam de alguém em quem confiam para conversar sobre assuntos "sensíveis". Pode ser uma questão tributária, um dilema societário ou um problema conjugal. Sempre haverá algum problema. E sendo problema, por definição, haverá uma solução, que o advogado não terá dificuldade em encontrar, se for da área jurídica. O fato é: o advogado que conquista o amigo, conquista o cliente.

Por João Ozorio de Melo
Fonte Consultor Jurídico

OS SEGREDOS PARA SE TORNAR UM ADVOGADO DE SUCESSO


Ser um advogado de sucesso requer muito mais do que ter um bom conhecimento da lei. No meio de tanta concorrência, é necessário que o profissional tenha outras qualidades para conquistar e manter uma boa clientela. Por isso, selecionamos algumas dicas para você que está entrando agora no ramo ou que está em busca de novos clientes.

Comece aos poucos
Muitos advogados buscam apenas grandes contratos e grandes clientes. No entanto, é preciso estar atento também aos pequenos clientes que podem trazer resultados tão bom quanto os grandes. Os clientes menores também são essenciais para a divulgação e projeção do seu nome. Eles também proporcionam experiências para que você esteja pronto para os grandes negócios. Por isso, valorize e dedique-se a cada caso.

Preze pela boa apresentação
Quando procuram um advogado, as pessoas precisam sentir confiança no trabalho realizado para fechar o negócio. A boa apresentação não se limita a forma como você se veste, mas também à boa organização e limpeza do escritório, ao profissionalismo do cartão de apresentação e também à forma como você se expressa, seja por meio de linguagem verbal, prezando por um português claro e correto, ou não verbal, afinal suas expressões dizem muito sobre você.

Seja um empreendedor
Em qualquer área de atuação, é preciso saber administrar o próprio negócio. Além de manter as finanças e os trabalhos organizados, é necessário planejar estrategicamente: definir a área de atuação, fazer a divulgação dos serviços de forma correta, determinar metas, planejar investimentos e inovações. Somente desta forma, sua empresa estará pronta para crescer.

Saiba calcular o preço do seu trabalho
Este é um ponto fundamental. Saber quanto vale seu trabalho é essencial para você evitar prejuízos e também para cobrar um preço justo de seu cliente. Afinal, principalmente no início da carreira, o preço cobrado por trabalho é um diferencial no momento de conquistar um novo cliente. No entanto, você deve estar atento para que o valor seja suficiente para cobrir seus custos e proporcionar lucro. Outra dica importante é oferecer opções de pagamentos. Utilizando a Gerencianet como intermediador de pagamento, seu cliente pode pagar por meio de boletos recorrentes, carnês ou ainda no cartão de crédito. Pagando no cartão de crédito, o cliente pode pagar parcelado em até 12 vezes e você pode receber o valor total um uma única parcela, gerando fluxo de dinheiro para você. Saiba mais sobre as formas de cobranças recorrentes aqui! Elas facilitam a cobrança em caso de parcelamento e também em casos de pagamentos mensais.

Por Flávia Teixeira Ortega
Fonte JusBrasil Notícias

CONQUISTA DE CLIENTES - CONSULTOR DÁ UMA DICA SIMPLES PARA MELHORAR TÉCNICA DE PERSUASÃO


Se o advogado precisa melhorar sua capacidade de convencer pessoas, então deve prestar atenção no que os especialistas dizem sobre persuasão. “Persuadir” é o que um advogado faz — ou tenta fazer — o tempo todo. É preciso persuadir o cliente e o possível cliente, o colega, o chefe, o juiz, os jurados, o cônjuge, os filhos, os pais, os amigos...
Um verbo quase tão importante para o advogado quanto “persuadir” é “negociar” — e um mais importante é “respirar”. Em termos de conquista de novos clientes, seja por meio de material de marketing ou de comunicações pessoais, o advogado deve estar atento para todos os recursos de persuasão disponíveis.
Um recurso antigo e surrado, que as pessoas às vezes usam sem se dar conta de sua importância, é utilizar a velha sentença construída na base do “se..., então...”. Isto é, "se (você tem um problema), então você deve (fazer o que eu vou lhe dizer)", diz o escritor e consultor de marketing para advogados Tom Trush.
No entanto, para que essa sentença tenha o valor de “fórmula secreta”, como a define Trush, é preciso, antes de tudo, identificar um problema que está afligindo o possível cliente, que fará parte da frase do “se”. Do contrário, não funciona.

Empatia
Por exemplo, a sentença inicial deste texto, “se você precisa melhorar sua capacidade de persuadir pessoas, então...”, não exercerá qualquer efeito persuasivo sobre o leitor se sua capacidade de persuasão não seja um problema que o aflija no momento.
Mas certamente existem muitos “ses" problemáticos nas vidas dos clientes, como: “se você não quer ir para a cadeia...”, “se você não quer ter problemas com o Fisco...”, “se você está pagando mais impostos do que devia...”, “se você não quer ser processado...”.
Essas são frases óbvias. Mas, certamente, haverá construções mais criativas e mais apropriadas para as comunicações com clientes. Se você descobrir o que o cliente está pensando, o que ele está tentando evitar, então será mais fácil persuadi-lo com esse recurso.
Outra técnica é usar dizeres populares, tais como “se uma imagem vale mais que mil palavras, então...”, porque eles estabelecem uma premissa amplamente aceita.

Recurso de marketing
Pelo uso contínuo desse tipo de argumento na vida cotidiana, os advogados não usam essa construção linguística em seu material de marketing. Mas deveriam, diz Trush. Da mesma forma que a usam em suas comunicações pessoais com os clientes.
“O que torna essa abordagem tão eficaz é que ela explora a natureza das pessoas. Nossos cérebros são programados biologicamente para seguir a lógica do ‘se/então’. E quando ela é usada, os possíveis clientes se predispõem a aceitar suas palavras como verdadeiras, antes mesmo que você apresente evidências para apoiá-las”, diz Trush.
Além disso, essa “fórmula” tem a vantagem de dar um tom conversacional às comunicações do advogado com o cliente. E isso é muito apropriado para panfletos, boletins, blogs, artigos escritos para o cliente, comunicações na rede social, e-mails e, obviamente, para reuniões.

Por João Ozorio de Melo
Fonte Consultor Jurídico

ADVOGADO CORRESPONDENTE

Sua importância para o mundo jurídico

O mercado da advocacia de correspondência ou da advocacia de apoio cresceu com muita rapidez nos últimos anos.
Este crescimento se deve, em parte, ao conceito de empreendedorismo que tem alcançado muitos profissionais que almejam criar algo diferente e com valor.
O advogado correspondente é aquele que busca apoiar empresas e escritórios de advocacia nas tarefas concernentes a audiências, cópias, protocolos, despachos entre outras atividades.
Escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas recorrem a este tipo de contratação, quando mensuram a economia de tempo e a redução de custo com a terceirização de determinado serviço jurídico.
Destaca-se o fato de que este profissional não deve ser visto como mero cumpridor de atividades jurídico-administrativas, mas sim como um parceiro importante na consecução de objetivos e parte da estrutura jurídica.
Entretanto, não é fácil conquistar autoridade neste novo mercado onde a concorrência cresce a cada dia.
O dia a dia revela que os escritórios bem como as empresas estão mais exigentes na contratação de correspondentes, avaliando previamente a tecnologia utilizada pelo profissional ou escritório, o preço dos serviços, o número de profissionais envolvidos na operação, o tempo de mercado e a abrangência geográfica de atuação.
Deste modo, para se destacar no mercado, a prestação de serviço precisa ser efetuada de modo excelente. E o que vem a ser atendimento de excelência dentro da correspondência jurídica?
Por exemplo, se o advogado foi contratado para realizar uma audiência, este deve estar cônscio de que este é um dos atos mais nobres do processo, principalmente se a audiência for à de instrução e julgamento, vocacionada à produção da prova oral, momento em que o juiz formará seu convencimento como destinatário da prova.
Logo o advogado deve ficar bem atento na execução deste trabalho que deverá ser feito com muito esmero.
O correspondente jurídico precisa ficar bem atento ao check list abaixo recomendado para realização de audiências:

CHECK LIST BÁSICO AUDIÊNCIAS
  • Confira sempre os documentos de representação processual (desde a procuração até o substabelecimento do advogado correspondente e a carta de preposição);
  • Estude a defesa, a estratégia do cliente e esclareça todas as dúvidas com antecedência;
  • Desloque-se com antecedência para o local da audiência, pois imprevistos acontecem;
  • Instrua o preposto;
  • Atue com foco e pró-atividade, destaque na ata, desde que permitido, os pontos centrais da defesa ou outras considerações importantes, produza corretamente a prova oral e as demais provas, agrave, se for o caso, etc...;
  • Requeira publicações em nome do advogado responsável;
  • Anote os dados de contato da parte adversa e seu patrono para o caso de futura negociação;
  • Encaminhe junto com a ata relatório dos fatos ocorridos em audiência.

Com relação às solicitações de cópias sempre percorremos os pontos abaixo:
  • Sempre verifique a disponibilidade do processo para cópias – alguns clientes costumam realizar solicitações sem esta prévia verificação de disponibilidade e como não recebem as cópias entendem que não devem efetuar o pagamento da diligência. Assim melhor verificar e informa-lo da situação do processo e deixar que ele decida quanto ao prosseguimento ou não da solicitação de diligência;
  • Antes de ajustar o valor verifique pelo site do Tribunal o número de folhas aproximado do processo;
  • Faça cópias de qualidade;
  • Respeite o prazo acordado para entrega da diligência.

Todas as atividades devem ser feitas em benefício do cliente.
Algo que temos aprendido é que a informação tem valor inestimável, sobretudo, a que tem maior valor é a informação do tipo solução.
Lembro que certa vez recebemos um pedido de cópia integral para que o cliente elaborasse a defesa de determinado processo.
Como conhecíamos o entendimento do juízo a respeito da matéria discutida nos autos repassamos ao cliente as cópias com estas informações.
O cliente, além de surpreso com esta atuação, posto que simplesmente esperava receber cópias, conseguiu obter um ótimo resultado no processo uma vez que as informações reveladas o auxiliaram na escolha da melhor estratégia para condução daquele caso.
Atuando desta forma o correspondente jurídico consegue agregar valor ao seu serviço.
Por fim, destacamos que a atenção, o interesse pela necessidade do cliente, o comprometimento e o foco devem permear a realização de qualquer tarefa desempenhada pelo advogado correspondente que a cada dia tem sua importância ampliada no mundo jurídico.

Por Fabiana Porto
Fonte JusBrasil Notícias

COMO CAPTAR CLIENTES NA ADVOCACIA COM ÉTICA E EFICÁCIA?


Vamos começar falando desses materiais impressos e, em seguida, sobre marketing digital e marketing de conteúdo, e como captar clientes de advocacia usando essas novas tendências da comunicação em conjunto com as tradicionais.

1. Cartão de visita: tradicional aliado dos advogados
Pode até funcionar para outras profissões, mas um advogado sem cartão de visitas não tem como captar clientes para seu escritório de advocacia. E existem algumas dicas básicas de como fazer um cartão de advogado:
  • Seja sóbrio nas cores: normalmente azul escuro, bordô ou cinza.
  • Não escreva demais: nome, especialidades do advogado e do escritório e, se for o caso, indicar se é mestre, doutor, ou professor de alguma faculdade.
  • Tamanho: o usual é 9 cm X 5 cm.
  • Criar um logotipo: sim, isso dará muito mais personalidade ao seu cartão. Vamos falar sobre isso no tópico seguinte.
  • Gramatura do papel: deve ser firme, no mínimo a gramatura de 200g/m².
  • Tipo de papel: o papel que dá o melhor efeito é o couchê fosco, transmitindo sofisticação e sobriedade.
  • Acabamento: um acabamento que pode dar um toque especial ao seu cartão de visitas é o chamado verniz UV aplicado somente em alguns detalhes, como no logotipo ou no nome do advogado.

2. Logotipo do escritório de advocacia
Poderíamos ter começado falando do logotipo, pois ele deve ser aplicado em todas as peças de comunicação. Mas achamos importante reforçar primeiro a necessidade de um bom cartão de visitas.
Um escritório com logotipo terá como captar clientes de advocacia de uma forma mais profissional e estruturada, transmitindo seu posicionamento com este elemento.
Atualmente, sites de concorrência criativa podem ajudar sua empresa a fazer logos, cartões de visita, folders, apresentações e muitos outros materiais de comunicação. 

3. Crie um folder
Um folder para escritório de advocacia deve ser um material bastante sóbrio e objetivo, que traga o currículo dos principais advogados da casa, as especialidades do escritório e seus contatos.
Na verdade, é apenas um material que visa tangibilizar toda excelência de seus serviços de uma forma sutil e elegante, depois de uma visita de prospecção.

4. Praticando o marketing digital
O marketing digital é um grande aliado dos escritórios de advocacia.
Depois de falarmos desses 3 materiais impressos mais tradicionais, e de qualquer forma imprescindíveis para seu escritório, é hora de entrarmos no conceito de marketing digital e como captar clientes de advocacia com ele.
Você verá que é algo mais simples do que você imagina. A ideia, principalmente no caso de escritórios de direito, é praticar um marketing menos invasivo e mais voltado a oferecer conteúdo, por meio de 4 pontos de contato principais: site, mídias sócias, blog e e-mail marketing.
Ao oferecer esses materiais de qualidade para sues clientes, como artigos em blogs, dicas de softwares, resenhas de livros, sugestões de cursos e até e-books, você poderá solicitar em troca endereços de e-mail e telefones, com os quais poderá dar prosseguimento ao seu trabalho de captação de clientes.
Vamos ver a seguir como trabalhar isso.

5. Site do escritório de advocacia
Um site deve transparecer confiança e solidez para seus clientes.
É determinante que seja feito por um profissional de alto nível. De forma semelhante ao folder, deve conter os currículos dos principais advogados, as especialidades do escritório e também outras informações relevantes, como filiais e parcerias no país e eventualmente no mundo, lista de clientes e algo muito importante: depoimentos de clientes satisfeitos que atestem a excelência daquela banca de advogados.

6. Blog corporativo
Um blog com artigos bem escritos, que passem dicas para empresas ou pessoas físicas que precisam de serviços jurídicos pode ser a porta de entrada para novos clientes.
Esses textos, além de conteúdo relevante e de qualidade, devem ser criados obedecendo técnicas de SEO, que fazem os artigos serem facilmente encontrados em sites de busca, como o Google.
Ao notarem que o escritório entende do assunto que buscam, os clientes acabam entrando em contato para mais informações.

7. Mídias sociais
No caso de escritórios de advocacia, as mídias sociais muito informais, como Facebook e Twitter, talvez não sejam as mais indicadas, a não ser que se dediquem a divulgar alguma causa social praticada pela banca.
A mídia social que pode trazer mais resultados é o LinkedIn, que é totalmente focada no público corporativo. Ofereça conteúdos semelhantes aos do blog.

8. E-mail marketing
Deve ser usado com muita cautela, mas é uma maneira de manter contato constante com aquele público que assinar uma Newsletter depois de ter contato com seu blog ou site.
Evite, é claro, ofertas de serviços. Foque em prover um conteúdo interessante que mostre toda capacidade de seu escritório.

9. Promover palestras e participar de ventos
Promova palestras e mostre a competência de seu escritório.
Outra forma de como captar clientes de advocacia é promover palestras que atraiam possíveis interessados em seus serviços e estar sempre presente em eventos de classe, associações, feiras de negócio, simpósios e outras oportunidades como estas.

Por Dra. Flávia Teixeira Ortega
Fonte agendor. Com. Br

ADVOGADOS DEVEM APRENDER A VENDER SEUS SERVIÇOS


"Vendafobia" e "marketingfobia" poderão, um dia, ser incluídas em dicionários para expressar a aversão que seres humanos — nem todos — têm às atribuições de vender e de "marquetear" — que incluam mais esta. A aversão é significativamente maior entre advogados. Recusam-se — nem todos — a vender e a fazer marketing, porque essas funções colidem com o senso que têm, justificadamente, da nobreza da profissão. Esse é o lado filé-mignon da advocacia. No entanto, em nome do sucesso profissional, também há que se aprender a roer ossos. Para esse mister — o de roer ossos — é melhor dispor de algumas boas ferramentas.
"Não é tão difícil vencer esse pavor", afirma o advogado e consultor de comunicação John Cunningham. Na verdade, é preciso vencer essa resistência às funções de marketing e de vendas, porque elas são inerentes ao funcionamento do escritório de advocacia, e de qualquer organização que dependa de receita para sobreviver. Todos os advogados de uma firma devem aprender e praticar as técnicas de marketing e de vendas, ele diz. Às vezes se pensa que isso é um problema dos sócios. Mas é um engano, porque a sobrevivência da firma e dos empregos dos advogados contratados e associados depende do trabalho dos rainmakers, expressão inglesa que define todos os advogados da firma que ajudam a conquistar clientes.
Os advogados empregados ou associados podem pensar que basta fazer um bom trabalho para garantir a segurança no emprego. Mas não é novidade que competência não é garantia de emprego, nem para advogados, nem para qualquer profissional. "É muito comum se ver advogados experientes e competentes serem substituídos por advogados mais jovens, com salários mais baixos, em tempos de contensão de despesas", lembra Cunningham. "No entanto, os rainmakers dificilmente são demitidos. A empresa precisa deles, mais do que nunca, para conquistar novos clientes e enfrentar a crise". E, se forem dispensados por qualquer razão, muitas firmas vão ficar interessadas em contratá-los, garante Cunningham.
Na verdade, o aprendizado da arte do marketing, da venda, da negociação e dos negócios deveria começar, para todos os profissionais, nos cursos universitários. E ser aperfeiçoado na educação continuada, como em cursos profissionalizantes. Afinal, o profissional terá de fazer o marketing e a venda de seu trabalho — e também de si mesmo — em todo o percurso do desenvolvimento de sua carreira. Terá de negociar a vida inteira. Fora disso, fica na esperança de que o sucesso caia dos céus com a próxima chuva.
A razão porque grandes profissionais falham quando deixam um emprego para abrir seus próprios negócios, seja em que ramo for, é que eles não passam de grandes profissionais. Em cursos de negócios nos EUA, ensina-se que qualquer empresa, e incluam-se aí firmas de advocacia, precisa ter a participação mínima de três elementos humanos, fora capital e outros elementos materiais, para garantir alguma chance de sucesso: um bom empresário, um bom marqueteiro e um bom profissional. Se um desses elementos falhar, todo o empreendimento corre um sério risco de não decolar.
Toda a sociedade de advogados precisa de profissionais que desempenhem as funções de empresário e de marqueteiro, para que os demais sócios e associados possam exercer a de advogado, sem esperar por más notícias no fechamento do mês. Para advogados autônomos e sócios de pequenas firmas, o único recurso de cada elemento humano é se transformar em três-em-um. Isto é, ser capaz de exercer as três funções, de empresário, marqueteiro e profissional, cumulativamente, mesmo que tenha de designar dias na semana ou horários nos dias para assumir cada uma de suas "personalidades" profissionais.
Qualquer firma começa com força para decolar, mesmo que o escritório esteja em processo de instalação em uma sala da casa, se tiver um ou dois clientes acertados. Isso é, tudo começa com o trabalho do marqueteiro e do empresário. Antes mesmo de alugar uma sala no centro da cidade, o marqueteiro pode anunciar ao mundo, ou seja, a todas as pessoas que conhece e que passará a conhecer em encontros ocasionais ou arrumados, que está no mercado, em tal área de atuação. O empresário pode entabular as negociações e procurar fechar algum contrato, mesmo que verbal. Ao profissional caberá corresponder a esse esforço, fazendo um ótimo trabalho para realimentar os esforços de marketing e de vendas.
A palavra "arte", no fim das contas, não é um bom atributo para as funções de "marquetear", vender e advogar. Marketing e vendas, como advogar, são capacidades, ou qualificações, que, acima de tudo, são adquiridas e desenvolvidas por meio do aprendizado e da prática. Fazer marketing e vendas, por sua vez, não depende de um esforço sobre-humano, de uma agressão às próprias vísceras. É uma técnica que se aprende, se desenvolve e se põe em prática, simplesmente.
A melhor técnica de marketing para advogados e para qualquer profissional não vem, necessariamente, de campanhas de marketing ou de campanhas publicitárias. Pode vir de procedimentos tão simples quanto frequentar clubes, associações, organizações, eventos, para fazer relacionamentos e obter informações sobre clientes prospectivos.
A melhor técnica de venda não vem, necessariamente, de um grande esforço de venda. Pode vir de uma conversa com um prospectivo cliente, em que nada tem de lhe ser vendido. Mas que informações têm de ser apuradas sobre a vida individual e familiar do futuro cliente, sobre sua empresa e o funcionamento dos negócios. Nessas conversas, problemas reais ou possíveis podem ser identificados e soluções jurídicas podem ser apresentadas. O cliente pode, em alguns casos, tomar a iniciativa de contratar os serviços do advogado. Se isso não acontecer, cartas ou cartões de agradecimento podem estimular o cliente prospectivo a tomar uma atitude. E assim por diante.
Na reportagem seguinte, o advogado e consultor de comunicação John Cunningham fala sobre os dez principais argumentos levantados por advogados para justificar sua resistência ao marketing e às vendas. E oferece sugestões, muito apropriadas para firmas de advocacia e advogados autônomos, que podem ajudar a superá-las. Há dificuldades, mas é preciso enfrentá-las em nome do sucesso profissional e da firma, ele diz. Vale o conselho de Pablo Picasso: "Estou sempre fazendo o que não consigo fazer, para aprender como fazê-lo".

Por João Ozorio de Melo
Fonte Consultor Jurídico

ASSISTÊNCIA HOLÍSTICA AO TRATAMENTO DO CÂNCER

O novo modo de tratamento do câncer é uma terapia de assistência holística à saúde por excelência

“O câncer é um fenômeno típico, uma doença característica de nosso tempo. O desequilíbrio e a fragmentação que impregnam nossa cultura desempenham um papel importante no desenvolvimento do câncer, impedindo ao mesmo tempo que os pesquisadores médicos e os clínicos compreendam a doença ou a tratem com êxito.
A imagem popular do câncer foi condicionada pela visão fragmentada do mundo em nossa cultura, pela abordagem reducionista da nossa ciência e pelo exercício da medicina orientado para o uso maciço de tecnologia. O câncer é visto como um forte e poderoso invasor que ataca o corpo a partir de fora. Parece não haver esperança de controlá-lo, e para a grande maioria das pessoas câncer é sinônimo de morte. O tratamento médico — radiação, quimioterapia, cirurgia ou uma combinação dessas técnicas — é drástico, negativo e danifica ainda mais o corpo. Os médicos estão cada vez mais propensos a ver o câncer como um distúrbio sistêmico, uma doença que, no início, é localizada, mas que tem a faculdade de se propagar e realmente envolve o corpo inteiro, e em que o tumor original é apenas a ponta do iceberg. Os pacientes, entretanto, insistem freqüentemente em considerar seu próprio câncer um problema localizado, especialmente durante sua fase inicial. Vêem o tumor como um objeto estranho e querem livrar-se dele o mais rapidamente possível e esquecer todo o episódio. A maioria dos pacientes está tão completamente condicionada em suas idéias, que se recusa a considerar o contexto mais amplo de sua enfermidade, sem perceber a interdependência de seus aspectos psicológicos e físicos. Para muitos pacientes cancerosos, seu corpo tornou-se um inimigo em quem não podem confiar e do qual se sentem inteiramente divorciados.
Um dos principais objetivos na abordagem Simonton é inverter a imagem popular do câncer, que não corresponde às conclusões da pesquisa atual. A moderna biologia celular mostrou que as células cancerosas não são fortes e potentes, mas, pelo contrário, fracas e confusas. Elas não invadem, atacam ou destroem, mas, simplesmente, se super-reproduzem. Um câncer principia com uma célula que contém informação genética incorreta, porque foi danificada por substâncias nocivas ou outras influências ambientais, ou simplesmente porque o organismo produziu ocasionalmente uma célula imperfeita. A informação defeituosa impede a célula de funcionar normalmente; e se essa célula reproduz outras com a mesma constituição genética incorreta, o resultado é um tumor composto de uma massa de células imperfeitas. As células normais se comunicam eficazmente com seu meio ambiente para determinar suas dimensões ótimas e sua taxa de reprodução, ao contrário do que acontece com a comunicação e a auto-organização das células malignas. Em conseqüência disso, crescem mais do que as células saudáveis e reproduzem-se a esmo. Além disso, a coesão normal entre as células pode se enfraquecer, e então as células malignas desprendem-se da massa original e viajam para outras partes do corpo, formando novos tumores — o que é conhecido como metástase.
Num organismo saudável, o sistema imunológico reconhece as células anormais e as destrói, ou, pelo menos, as mantém cercadas para que não possam propagar-se. Mas se, por alguma razão, o sistema imunológico não é suficientemente forte, a massa de células defeituosas continua a crescer. O câncer não é, portanto, um ataque vindo do exterior, mas um colapso interno.
Os mecanismos biológicos do crescimento canceroso deixam claro que a busca de suas causas tem que caminhar em duas direções. Por um lado, precisamos saber a causa da formação de células cancerosas; por outro, precisamos entender a causa do enfraquecimento do sistema imunológico do corpo.
Muitos pesquisadores chegaram à conclusão, ao longo dos anos, de que as respostas a ambas essas questões consistem numa complexa rede de fatores genéticos, bioquímicos, ambientais e psicológicos interdependentes. Com o câncer, mais do que com qualquer outra doença, a tradicional prática biomédica de associar urna doença física a uma causa física específica não é apropriada. Mas como a maioria dos pesquisadores ainda trabalha dentro da estrutura biomédica, eles acham o fenômeno do câncer extremamente desconcertante.
Simonton assinalou: "O tratamento do câncer encontra-se hoje num estado de total confusão. Quase se parece com a própria doença: fragmentado e confuso". E reconhece plenamente o papel das substâncias e influências ambientais cancerígenas na formação de células cancerosas e defendem vigorosamente a implementação de uma política social apropriada para eliminar esses riscos para a saúde. Entretanto, concluíram também que nem as substâncias cancerígenas, nem a radiação ou a predisposição genética fornecem, por si e em si mesmas, uma explicação adequada para a causa do câncer. Nenhuma explicação para o câncer será completa sem uma resposta para esta questão crucial: o que impede que o sistema imunológico de uma pessoa, num determinado momento, reconheça e destrua células anormais, permitindo, assim, que elas cresçam e se convertam num tumor que ameaça a vida? Esta foi a questão em que se concentraram, em suas pesquisas e na prática terapêutica; e concluí que ela só pode ser respondida desde que sejam considerados, cuidadosamente, os aspectos mentais e emocionais da saúde e da doença.
O quadro emergente do câncer é compatível com o modelo geral de doença sobre o qual estivemos discorrendo. Um estado de desequilíbrio é gerado pelo estresse prolongado, que é canalizado através de uma determinada configuração da personalidade, dando origem a distúrbios específicos. No caso do câncer, as tensões cruciais parecem ser aquelas que ameaçam algum papel ou alguma relação central da identidade da pessoa, ou as que criam uma situação para a qual, aparentemente, não há escapatória.
Numerosos estudos sugerem que essas tensões críticas ocorrem tipicamente de seis a dezoito meses antes do diagnóstico do câncer. Elas são passíveis de gerar sentimentos de desespero, impotência e desesperança. Em virtude desses sentimentos, uma doença grave e até a morte podem tornar-se consciente ou inconscientemente aceitáveis como solução potencial.
Simonton e outros pesquisadores desenvolveram um modelo psicossomático de câncer que mostra como os estados psicológicos e físicos colaboram na instalação da doença. Embora muitos detalhes desse processo ainda precisem ser esclarecidos, tornou-se evidente que o estresse emocional tem dois efeitos principais: inibe o sistema imunológico do corpo e, ao mesmo tempo, acarreta desequilíbrios hormonais que resultam num aumento de produção de células anormais. Assim, estão criadas as condições ótimas para o crescimento do câncer. A produção de células malignas é incentivada precisamente na época em que o corpo é menos capaz de destruí-las.
No que se refere à configuração da personalidade, os estados emocionais do indivíduo parecem ser o elemento crucial no desenvolvimento do câncer. A ligação entre câncer e emoções vem sendo observada há centenas de anos, existindo hoje provas substanciais do significado de estados emocionais específicos. Estes são o resultado de uma biografia particular que parece ser característica dos pacientes com câncer. Perfis psicológicos de tais pacientes foram estabelecidos por numerosos pesquisadores, alguns dos quais são até capazes de prever a incidência do câncer com notável precisão, com base nesses perfis.
Estudados mais de quinhentos pacientes com câncer e identificou os seguintes componentes significativos em suas biografias: sentimentos de isolamento, abandono e desespero durante a juventude, quando relações interpessoais intensas parecem ser difíceis ou perigosas; uma relação forte com uma pessoa ou grande satisfação com um papel no início da idade adulta, tornando-se o centro da vida do indivíduo; perda da relação ou do papel, resultando em desespero; interiorização do desespero, a ponto de os indivíduos serem incapazes de deixar outras pessoas saberem quando eles se sentem magoados, coléricos ou hostis. Esse padrão básico foi confirmado como típico de pacientes com câncer por numerosos pesquisadores.
A abordagem Simonton afirma que o desenvolvimento do câncer envolve um certo número de processos psicológicos e biológicos interdependentes, que esses processos podem ser reconhecidos e compreendidos, e que a seqüência de eventos que leva à doença pode ser invertida de modo a que o organismo se torne
saudável novamente. Tal como em qualquer terapia holística, o primeiro passo no sentido de se iniciar o ciclo de cura consiste em conscientizar os pacientes do contexto mais amplo de sua enfermidade. O estabelecimento do contexto do câncer começa por se solicitar aos pacientes que identifiquem as principais tensões que ocorreram em sua vida de seis a dezoito meses antes do diagnóstico. A lista dessas tensões é, então, usada como base para se analisar a participação dos pacientes no desencadeamento de sua enfermidade. O objetivo do conceito de participação do paciente não é suscitar um sentimento de culpa, mas criar a base para a inversão do ciclo de processos psicossomáticos que culminaram na doença.
Enquanto Simonton estabelece o contexto da enfermidade de um paciente, eles também fortalecem sua crença na eficácia do tratamento e na potência das defesas do corpo. O desenvolvimento dessa atitude positiva é crucial para todo o tratamento. Estudos realizados mostraram que a resposta do paciente ao tratamento depende mais de sua atitude do que da gravidade da doença. Uma vez gerados os sentimentos de esperança e expectativa, o organismo traduz esses sentimentos em processos biológicos, que começam a restaurar o equilíbrio e a revitalizar o sistema imunológico, utilizando os mesmos caminhos que foram usados no desenvolvimento da doença. A produção de células cancerosas decresce, enquanto o sistema imunológico se torna mais forte e mais eficiente para lidar com elas. Enquanto ocorre esse fortalecimento, a terapia física é usada em conjunto com a abordagem psicológica, a fim de ajudar o organismo a destruir as células malignas.
O Simonton vê o câncer não como um problema meramente físico, mas como um problema da pessoa como um todo. Assim, a terapia por eles adotada não se concentra exclusivamente na doença, mas ocupa-se do ser humano total. É uma abordagem multidimensional que envolve várias estratégias de tratamento planejadas para iniciar e dar apoio ao processo psicossomático de cura. No nível biológico, a finalidade é dupla: destruir as células cancerosas e revitalizar o sistema imunológico.
Além disso, usa-se o exercício físico regular para reduzir a tensão, aliviar a depressão e ajudar os pacientes a manter um contato mais estreito com seu próprio corpo. A experiência mostrou que os pacientes com câncer são capazes de uma atividade física muito maior do que a maioria das pessoas supõe.
A principal técnica de fortalecimento do sistema imunológico é um método de relaxamento e de formação de imagens mentais que os Simontons desenvolveram quando perceberam o importante papel das imagens visuais e da linguagem simbólica no biofeedback. A técnica de Simonton consiste na prática regular de relaxamento e visualização, durante a qual o câncer e a ação do sistema imunológico são descritos na própria linguagem simbólica do paciente. Comprovou-se que essa técnica é um instrumento extremamente eficiente para fortalecer o sistema imunológico, freqüentemente resultando em reduções espetaculares ou na eliminação de tumores malignos. Além disso, o método de visualização é também uma excelente maneira de os pacientes se comunicarem com seu inconsciente. Simonton vem trabalhando estreitamente com as imagens mentais de seus pacientes e aprenderam que elas dizem muito mais acerca dos sentimentos dos pacientes do que quaisquer explicações racionais.
Embora a técnica de visualização desempenhe um papel central na terapia Simonton, é importante enfatizar que a visualização e a terapia física não são suficientes, por si sós, para curar pacientes com câncer. Segundo Simonton, a doença física é uma manifestação dos processos psicossomáticos subjacentes, que podem ser gerados por vários problemas psicológicos e sociais. Enquanto esses problemas não forem resolvidos o paciente não ficará bom, ainda que o câncer possa temporariamente desaparecer. A fim de ajudarem os pacientes a resolver os problemas que estão na raiz de sua enfermidade, Simonton faz do aconselhamento psicológico e da psicoterapia elementos essenciais de sua abordagem. A terapia tem usualmente lugar em sessões de grupo, nas quais os pacientes encontram apoio e encorajamento mútuos.
Concentra-se nos problemas emocionais, mas não os separa dos padrões mais amplos da vida dos pacientes; assim, inclui geralmente aspectos sociais, culturais, filosóficos e espirituais.
Para a maioria dos pacientes com câncer, o impasse criado pela acumulação de eventos estressantes só pode ser superado se eles mudarem parte de seu sistema de crenças. A terapia de Simonton mostra-lhes que sua situação parece irremediável apenas porque eles a interpretam de uma forma que limita suas respostas. Os pacientes são encorajados a explorar interpretações e respostas alternativas a fim de encontrarem um modo saudável de resolver a situação estressante. Assim, a terapia envolve um exame contínuo do sistema de crenças e da visão de mundo dos pacientes.”

Fonte O Ponto de Mutação – Fritjof Capra

ADVOGADO AUTÔNOMO: O DESAFIO NA ADVOCACIA E COMO SUPERÁ-LO COM SUCESSO


Dia após dia, os advogados que trabalham sozinhos são bombardeados com tarefas que precisam de sua atenção, tudo realmente precisa ser feito para que o escritório de advocacia possa sobreviver.
Mas como você pode fazer tudo quando você está fazendo isso sozinho?
Há um tema recorrente: os advogados que dirigem por conta própria querem a flexibilidade para praticar o direito da maneira que melhor lhes convêm.
Construir um negócio hoje requer uma combinação de habilidades do velho mundo, como redes de contato, serviço ao cliente e estratégias da era moderna, como campanhas de visibilidade online e marketing de conteúdo.
O marketing online requer uma medida de experiência tecnológica e de reflexão, e inclui alguns comportamentos que não são necessariamente uma segunda natureza para todos os advogados:

Tome a sua marca, como investimento
Os advogados individuais precisam estabelecer uma marca online. As perspectivas não esperam que você tenha gasto uma pequena fortuna criando seu logotipo. Mas construir uma marca para seu escritório de advocacia ajuda seus futuros clientes a identificá-lo como um escritório diferente do escritório de um concorrente. Também o ajuda porque o tempo gasto na definição da sua marca o ajudará a verbalizar o valor da sua empresa no futuro.

Considere seu site como importante
Os advogados têm se preocupado com os sites há anos, mas isso é porque eles são parte integrante da experiência de pesquisa online. Saber por que você precisa trabalhar no seu site é essencial para um advogado individual. Isso ocorre porque os sites de escritórios de advocacia fornecem valor para você quando são construídos corretamente e gerenciados efetivamente.

Nunca reduza suas habilidades
Você nunca terá uma segunda chance de fazer uma primeira impressão. A maneira como os advogados interagem com seus clientes potenciais e os clientes atualmente, terão impacto absoluto em suas futuras oportunidades de negócios. Desenvolver a sua capacidade de ganhar a confiança dos seus clientes e nutrir a sua reputação online é sempre tempo bem gasto.

Tenha um plano para os clientes
Os advogados podem fazer tudo exatamente nos estágios iniciais da aquisição do cliente, mas podem tropeçar no final quando mais importa. As consultas, os aconselhamentos gratuitos e as discussões sobre seus honorários estão garantidos.
Os advogados individuais são obrigados a desenvolver um plano para essas discussões, basicamente, desde seu primeiro dia de trabalho.
Sem dúvida, isso é bastante para gerenciar quando você é um advogado. Mas aqui estão as boas notícias. Os advogados individuais não estão sozinhos. Eles encontraram sucesso aprendendo novas habilidades, ano após ano com a internet construindo seus repertórios e aumentando seus conhecimentos consideravelmente.

Fonte Jurídica Marketing